Tudo o que você precisa saber sobre IST

Tudo o que você precisa saber sobre IST

Sem dúvida você já viu a sigla IST em algum lugar. O termo se refere às Infecções Sexualmente Transmissíveis, que podem ser causadas por vírus, bactérias ou protozoários, e são transmitidas por meio do contato sexual (oral, vaginal ou anal) desprotegido com uma pessoa infectada.

Além disso, a transmissão de uma IST pode ocorrer da mãe para o bebê durante a gestação, o parto ou a amamentação.

Mas você tem dúvida sobre a diferença entre IST e DST? Quer saber como identificar, tratar e prevenir as principais Infecções Sexualmente Transmissíveis?

Então segue a leitura porque vamos descomplicar esse assunto que envolve tantos tabus!

IST ou DST? Qual usar?

No ano de 2001 foi lançada, pelo Ministério da Saúde, uma campanha para alertar a população sobre os riscos das DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis). Um sucesso na época, a campanha contou até com a parceria da Coca-Cola.

Já em 2017, foi aprovada pelo Senado a lei que institui a Campanha Nacional de Prevenção ao HIV/Aids e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dezembro Vermelho).

Mas o que mudou durante esses dezesseis anos?

Muitos foram os avanços intelectuais e sociais, no entanto, vamos focar na mudança de termos: se em 2001 houve uma campanha de prevenção às DST, em 2017, a campanha volta-se para as IST.

Isso aconteceu porque, desde novembro de 2016, o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais passou a utilizar a nomenclatura IST (Infecções Sexualmente Transmissíveis) ao invés de DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis).

A diretora do Departamento, Adele Benzaken, explica que ‘’A denominação ‘D’, de ‘DST’, vem de doença, que implica em sintomas [...]. Já ‘Infecções’ podem ter períodos assintomáticos ou se mantêm assintomáticas durante toda a vida’’.

Sendo assim, o termo IST é mais adequado e passou a substituir o uso de DST. Agora ficou mais claro, não é?

Como identificar uma IST?

As IST aparecem, geralmente, no órgão genital, no entanto, há casos em que se manifestam na palma das mãos, nos olhos e na língua

Por essa razão, o Ministério da Saúde recomenda a observação do corpo durante a higiene pessoal, o que auxilia na identificação de uma IST ainda no estágio inicial. Caso seja percebido algum sinal, procure o serviço de saúde, independentemente de quando tenha sido a última relação sexual. 

Porém, certas IST podem não apresentar sintomas, e por isso, é importante realizar exames após ter relação sexual sem o uso de preservativo. Isso porque, caso não tratadas, podem ocasionar desde a infertilidade até a morte.

IMPORTANTE: Os possíveis sintomas das ISTS são: feridas, corrimentos e verrugas anogenitais, além de outros como dor pélvica, ardência ao urinar, lesões de pele e aumento de ínguas

Quais são as principais IST?

Diversos tipos de IST são conhecidas, porém, via de regra, a transmissão é comum entre todas elas: por meio do sexo, sem proteção, com um indivíduo infectado ou da mãe para o bebê.

Na presença de qualquer sintoma de alguma das infecções, recomenda-se procurar um profissional de saúde para a realização do diagnóstico e indicação do tratamento adequado. Além disso, é importante que as parcerias sexuais sejam informadas.

Algumas das principais IST são:

  • Herpes Genital
  • HPV
  • Clamídia
  • HIV
  • Herpes Genital

    É causada por um vírus e, apesar do tratamento reduzir os sintomas, a herpes genital não tem cura (a pessoa permanece com o vírus).

    Normalmente, os sintomas são pequenas bolhas que se rompem, tornando-se feridas no pênis, ânus, vulva, vagina ou colo do útero

    Além disso, o paciente pode sentir: formigamento, coceira, febre, dores musculares, dor ao urinar e mal-estar. Sintomas que podem reaparecer de acordo com fatores como estresse, esforço exagerado, febre, menstruação, entre outros.

    Orienta-se que os infectados lavem bem as mãos, não furem as bolhas e evitem contato destas com outras pessoas, uma vez que a herpes genital é muito contagiosa.

    HPV

    Na maioria das vezes o próprio sistema imunológico dá conta de conter o vírus da HPV, e, portanto, sequer são manifestados sintomas.

    Porém, indivíduos com baixa imunidade (como gestantes e pessoas com aids sem tratamento adequado) podem apresentar os seguintes sintomas:

    • Lesões clínicas: Verrugas na área genital e no ânus, geralmente não cancerígenas. Podem ser de quantidades e tamanhos variáveis. No geral, causam, no máximo, coceira. 
    • Lesões subclínicas (não visíveis ao olho nu): Encontradas nos mesmos locais das lesões clínicas, não apresentam sintomas e possuem risco para desenvolver câncer.

    Clamídia 

    Causada por uma bactéria, é a IST mais comum do mundo!

    Aproximadamente 80% das mulheres não apresentam sintomas, mas eles podem ser: corrimento vaginal, dor abdominal, queimação ao urinar e dor durante o sexo.

    Enquanto que os homens podem sentir: coceiras no pênis, dor nos testículos e inflamação no ânus.

    HIV

    A infecção pelo HIV, que se dá pelo vírus HIV-1 ou HIV-2, é dividida em três fases:

    • Fase Aguda: corresponde às primeiras semanas de infecção, em que a pessoa pode ficar assintomática ou apresentar poucos sintomas como febre, dor de garganta, dor de cabeça, dentre outros.
    • Fase Assintomática ou de Latência Clínica: corresponde a 8 a 10 anos e, embora o HIV esteja se replicando no organismo, geralmente ainda não há manifestações. Caso o portador desconheça a infecção, aumenta o risco de propagação.
    • Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS): aqui o paciente fica mais propenso a infecções oportunistas (como hepatite B e HPV), devido ao comprometimento de seu sistema imunológico. Além disso, os sintomas podem incluir perda de peso, cansaço, falta de apetite, queda de cabelo, entre outros.

    Para se informar sobre as demais IST, clique aqui.

    Prevenção

    No geral, para se prevenir das IST, basta garantir que as relações sexuais sejam feitas com segurança (usando preservativo, que pode ser retirado gratuitamente nas unidades de saúde), não compartilhar agulhas e seringas e, no caso da HPV, tomar a  vacina oferecida pelo SUS e pela rede particular.

    Por fim, antes de você ir, te convidamos a acessar o blog da Fleurity e ler vários conteúdos escritos com muito carinho para pessoas que menstruam ficarem informadas. 

    Até o próximo artigo! ❤️

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